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Brasil se torna maior mercado da Heineken no mundo e empresa dobrará sua capacidade

A multinacional holandesa Heineken anuncia que o Brasil se tornou o maior mercado consumidor de sua principal marca e revela investimentos em suas fábricas no país

A Heineken anunciou no final de outubro que irá investir em seus ativos pelo Brasil para contornar um dos problemas que tem afetado seu desempenho pelo país, a falta de capacidade de atender à crescente demanda de seu principal produto.

Junto a este anúncio, realizado pelo CEO da Heineken Brasil, Mauricio Giamellaro, em publicação do jornal Valor, a multinacional holandesa revelou que o Brasil se tornou o maior mercado consumidor da cerveja Heineken no mundo.

Como forma de reposicionamento a cervejaria anunciou medidas relativas a gestão de seu portfólio de marcas e declarou que fará seu maior investimento no país desde a aquisição da Brasil Kirin em 2017.

O montante a ser investido pela Heineken é de R$ 985 milhões, com o objetivo principal de dobrar a capacidade da cervejaria no país. O aporte será direcionado às fábricas de Araraquara (SP), Itu (SP), Jacareí (SP), Alagoinhas (BA) e Ponta Grossa (PR). A ampliação faz parte de um planejamento de expansão iniciado em janeiro deste ano e com previsão de conclusão para junho de 2020.

Em Jacareí e Araraquara, a companhia duplicará a produção das marcas Heineken e Amstel. Em Itu, o objetivo é expandir a Eisenbahn. Em Alagoinhas, estão sendo aplicados R$ 215 milhões na atuação da marca Heineken no Nordeste. Já em Ponta Grossa, os recursos de R$ 220 milhões servirão para ampliar a produção de Amstel e Heineken.

Brasil se torna o maior mercado consumidor de Heineken do mundo

O investimento anunciado se configura como o de maior valor desde a aquisição da Brasil Kirin pela multinacional holandesa por R$ 2,2 bilhões, que a tornou a segunda maior cervejaria do mercado nacional ultrapassando o grupo Petrópolis e ficando apenas atrás da Ambev.

A companhia informou que suas marcas premium – Amstel, Devassa, Eisenbahn e Heineken – avançaram dois dígitos em vendas, enquanto suas marcas mais populares que tem a Schin como principal membro, recuaram dois dígitos.

Autor: Felipes Freitas

www.catalisi.com.br

 

 

Sobre Lúcia de Paula

Lúcia de Paula
Jornalista na Linha Fina Conteúdos Jornalísticos, com 30 anos de experiência, especializada em flexografia, atuando no setor desde 2005; autora do livro História da Flexografia no Brasil, editado pela Abflexo/FTA-Brasil, Scortecci Editora, em 2018.

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