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Lorytex ganha o ouro em embalagens com flexografia e gama de cores ampliada

 

“Estamos apenas tentando tornar a flexografia um pouco melhor a cada dia”, diz Roberto Dolinsky (na foto), diretor administrativo da Lorytex.

Há modéstia no seu comentário, mas não há dúvidas do seu orgulho pelo que a empresa conquistou: o prêmio de ouro no primeiro ano do Kodak Global Flexo Innovation Awards.

A Lorytex também foi uma das quatro ganhadoras do prêmio de “maior classificação”, reconhecido pelo uso criativo do design gráfico, eficiência no fluxo de trabalho de produção e compromisso com a impressão sustentável.

O que torna a conquista mais notável é o fato da Lorytex ser uma operação relativamente pequena, empregando apenas nove pessoas na sua sede em Montevidéu, capital do Uruguai. Com uma população de 3,5 milhões de pessoas, o mercado uruguaio também é relativamente pequeno, mas o que falta em tamanho sobra em competitividade, afirma Dolinsky. “Como em qualquer outro mercado de pré-impressão, você precisa ter algo diferente, algo que o destaque da concorrência.”

No caso da Lorytex, esse algo é a experiência em impressão de gama de cores ampliada (GEC). Com a GEC no portfólio, a empresa pode responder às tendências e aos desafios no mercado atual de embalagens, no qual Dolinsky descreve as condições predominantes como “constantes mudanças tecnológicas”. “Isso não é nada novo, é claro. Nem as tiragens de produção cada vez mais curtas e os cronogramas de entrega mais apertados. Nossa estratégia é otimizar e automatizar a produção, e a GEC se encaixa perfeitamente nisso. Assim podemos oferecer algo realmente diferente para os convertedores: aumento de produtividade, manuseio econômico de pequenas tiragens, além da opção de combinar trabalhos.”

Resposta 30% mais rápida

O produto premiado, produzido para o cliente de embalagens flexíveis Ecoflex SA, claramente demonstrou o que é possível com a GEC: tempo de resposta 30% mais rápido, economia significativa no consumo de tinta, além da qualidade de imagem da marca e o impacto visual geral, tudo alcançado pela máquina de impressão da Ecoflex.

Lorytex e Ecoflex trabalham juntas desde 2011 e “têm objetivos estreitamente alinhados”, afirma Dolinsky. Essa proximidade se torna clara quando você leva em consideração o histórico do projeto GEC, que surgiu quando a Ecoflex também buscava algo para se diferenciar dos concorrentes, neste caso, maior eficiência, entregas mais rápidas e inovação genuína.

Para a Lorytex, a decisão marcou o início de um programa de dois anos de avaliação do potencial da GEC e, se as coisas fizessem sentido, de implementação da tecnologia. “Investimos muito na GEC”, lembra Dolinsky. “Juntar todas as peças envolveu muito aprendizado e muitas viagens ao exterior para treinamento. Precisávamos ter certeza de que estávamos fazendo as coisas corretamente.”

Assim como a Ecoflex, a Lorytex tem um relacionamento próximo com outros convertedores no Uruguai que, atualmente, estão avaliando o uso da GEC por conta das melhorias e da economia de custos comprovadas da tecnologia.

Eficiência, automatização, confiabilidade

“Isso significava ter todos os componentes para a configuração mais eficiente, automatizada e confiável possível, incluindo gerenciamento de cores de alta qualidade e, é claro, a tecnologia de chapa certa. Na verdade, investir na solução Kodak Flexcel NX foi a primeira decisão que tomamos. É confiável, rápida e nos deu a tecnologia de base confiável sobre a qual poderíamos adicionar outras tecnologias”, salienta Dolinsky.

Ao final do processo, a Lorytex desenvolveu uma série de testes de otimização, apoiada por uma metodologia detalhada, e implementada no cliente durante um período de dois meses. “Nós os convencemos que fatores como registro e cores especiais não seriam um problema. Ajudou muito o fato de eles estarem totalmente comprometidos com o projeto.”

Esta é a forma da nossa empresa trabalhar, porque criar laços estreitos com os clientes é primordial para a cultura da Lorytex.

“Nesse sentido, ajuda muito o Uruguai ser um país pequeno”, diz Dolinsky. “Mais da metade da população está na cidade de Montevidéu ou nos arredores, portanto, não precisamos viajar muito para visitar clientes atuais e potenciais. Na maioria dos projetos, nos envolvemos bem no início, na fase de concepção. Isto é importante com a flexografia, porque o processo é um novo território para os profissionais de criação, acostumados a trabalhar com offset. Se entendemos o que o designer e a marca querem que a embalagem comunique, podemos aplicar nosso conhecimento da tecnologia para alcançar os melhores resultados. Também gostamos de nos envolver em reuniões de pré-produção com os convertedores. Aprendemos muito com eles e nos ajudam a ter tudo em ordem antes da produção.”

Questionado sobre como as marcas e os convertedores consideram a flexografia, ele diz que os benefícios estão se tornando cada vez mais conhecidos, mas ainda há muito trabalho a ser feito. “A tecnologia GEC dará um grande impulso. Quando demonstramos o nível de eficiência do processo e os resultados de qualidade possíveis, há um interesse real. Tanto é que acredito que até 50% das embalagens poderiam ser produzidas usando a flexografia e a GEC.”

Sobre a Miraclon

A KODAK FLEXCEL Solutions ajudou a transformar a impressão flexográfica ao longo da última década. Criada pela Miraclon, a KODAK FLEXCEL Solutions – que inclui o FLEXCEL NX System e o FLEXCEL NX Ultra System, líderes do setor – oferece aos clientes maior qualidade e custo-benefício aprimorado, assim como melhores resultados na categoria e produtividade. Focada no pioneirismo na ciência da imagem, inovação e colaboração com parceiros e clientes da indústria, a Miraclon está comprometida com o futuro da flexografia, posicionando-se como líder dessa jornada.

Saiba mais em www.miraclon.com. | Twitter @kodakflexcele | LinkedIn; Miraclon Corporation

Sobre Lúcia de Paula

Lúcia de Paula
Jornalista na Linha Fina Conteúdos Jornalísticos, com 30 anos de experiência, especializada em flexografia, atuando no setor desde 2005; autora do livro História da Flexografia no Brasil, editado pela Abflexo/FTA-Brasil, Scortecci Editora, em 2018.

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